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Gonçalo Madaíl: “É missão do Festival ser um retrato contemporâneo do que se está a fazer em Portugal”

Gonçalo Madaíl: “É missão do Festival ser um retrato contemporâneo do que se está a fazer em Portugal” Créditos da imagem: Pedro Elias/RTP

Estão lançadas as bases para o Festival da Canção 2022, conhecido agora o leque de 20 autores. Gonçalo Madaíl, que integra a equipa da RTP para o certame, fez um balanço geral sobre a lista divulgada e sobre o que se pretendeu com o elenco escolhido.

No Facebook da Antena 1, o responsável afirmou acerca do certame: “É o espelho da música que se faz em Portugal. É a tal ideia que nós sentimos que é uma missão do Festival: um retrato contemporâneo do que se está a fazer em Portugal na criação, com várias idades, vários géneros, vários quadrantes musicais, mas também vários territórios porque temos a influência da música africana, da música brasileira, todo esse espaço lusófono artístico faz parte da música portuguesa – como faz parte o fado, a música tradicional, a música ligeira, o pop, o rock, por aí fora”.

Segundo Gonçalo Madaíl, a RTP está satisfeita com o leque de artistas, esperando que também seja do agrado do público: “Estamos muito felizes, espero que as pessoas gostem, acho que têm aqui mais surpresas. Há gente para todos os gostos e feitios, muita gente com provas dadas e caminho feito, como há artistas para os quais temos tido as antenas ligadas e achamos que podem trazer uma boa prestação e boas surpresas ao Festival”.

Sobre a escolha dos autores, Gonçalo Madaíl disse em direto na Antena 1: “É muito difícil sempre e é fantástico que seja difícil, que é sinal não só da qualidade que estes autores têm, mas acima de tudo da diversidade e dos diferentes quadrantes: temos aqui artistas consagrados, artistas que estão fortemente no mercado atualmente, mas também um olho para duas coisas importantes – alguns artistas emergentes que querem dar cartas e que está na hora de os vermos numa produção em prime time na televisão portuguesa; mas também as cores e as texturas nos nossos territórios da lusofonia”.

Por fim, afirmou: “Ao longo destes anos temos visto passado por aqui artistas consagradíssimos que têm participado e entendido a celebração da melhor forma: por um lado há uma competição e uma decisão final sobre o vencedor, mas acima de tudo uma coisa mais importante para o serviço público de televisão e de rádio – que é mostrar a contemporaneidade, aquilo que está a acontecer no nosso mercado. E esse é talvez o melhor alcance que o Festival da Canção tem atualmente: ser um retrato contemporâneo da música portuguesa moderna dos mais consagrados aos mais emergentes”.

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Sobre o autor

Bernardo Matias

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